No passado dia 17 de Outubro o 9º ano visitou o edifício da Brisa em Carcavelos no âmbito da disciplina de Ciências Físico-Químicas com o objetivo de nos inteirarmos da segurança rodoviária e a importância de empresas como a Brisa para a condução.
No início entrámos numa sala de apresentações para visitas, onde estava presente um gestor, que começou por dizer que a Brisa é operadora de uma grande rede de auto-estradas, tratando destas e assegurando às pessoas uma circulação com maior segurança, conforto e rapidez.
A Brisa tem uma rede de auto-estradas de 1355km por todo o país, em que a média de operações de intervenção à rede (acidentes, socorro/proteção, assistência, tráfego, entre outros), por dia, é de 317 no total, dos quais 30 são acidentes rodoviários, sendo que muitos destes se devem a causas humanas o que mostra a falta de cuidados e responsabilidade que alguns condutores têm na estrada. A Brisa também é encarregue de unidades operacionais como centros (manutenção de infra-estruturas, assistência rodoviária, portagens e assistência ao cliente), praças de portagens (que se encontram na saída das estradas para a entrada de auto-estradas), áreas de serviço e áreas de repouso.
Os CCO – centros de coordenação operacional, como o nome indica, é o sítio onde se efetua a coordenação da assistência rodoviária, a gestão dos PMV (painéis de mensagens variáveis, são os ecrãs que se encontram nas auto-estradas e transmitem informações aos condutores), gestão dos postos de SOS, de incêndios, de túneis, de estações meteorológicas (temperatura e vento), das CCTV (câmaras em tempo real) e do nº Azul que se encontra ligado 24 h que transmite informação e assistência. Os CCO também se encarregam da assistência rodoviária, que é a cobertura da rede e o apoio a acidentes (proteção e assistência). A assistência mecânica e a patrulha de estradas encarregam-se da manutenção de infra-estruturas como os sistemas de drenagem, do pavimento, dos sistemas elétricos e de iluminação e ainda da reparação dos danos provocados pelos acidentes, da conservação das áreas verdes e também das portagens, que atualmente são pagas principalmente por Via Verde.
Após a apresentação efetuada pelo gestor da Brisa, este mostrou-nos a sala do CCO, onde estavam as filmagens das câmaras em tempo real que cobrem grande parte das auto-estradas. Nesta mesma sala operavam os funcionários, cada um encarregue de uma parte da rede de auto-estradas.
Foi uma visita interessante que nos despertou a curiosidade, os objetivos da visita foram cumpridos, pois vimos a importância da Brisa na segurança rodoviária e a forma como ela intervém de forma a permitir e a facilitar uma melhor circulação rodoviária.
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No passado dia 17 de Outubro, no âmbito da disciplina de Ciências Físico-Químicas o 9º ano visitou o Centro de Coordenação Operacional da Brisa em Carcavelos.
Através de uma breve apresentação feita pelo Eng. Miguel Veiga, um dos 9 gestores operacionais portugueses da Brisa, os alunos ficaram a compreender melhor como funcionava esta empresa e quais as suas funções.
O Eng. Miguel começou por explicar que a Brisa é uma operadora de auto-estradas. Para realizar a sua função, tem ao longo do país 6 concessões e 19 centros de coordenação operacional, dirigidos por 9 gestores, conseguindo assim controlar os 1355 km de que é responsável.
De seguida consolidámos o conceito de auto-estrada, percebendo que contrariamente às estradas, nestas existe sempre uma separação entre os dois sentidos; apenas se pode entrar ou sair pelos nós de ligação (portagens), é proibida a circulação de bicicletas, pedestres, entre outros e a sua velocidade de circulação é superior à das estradas (limite de velocidade de 120 km/h).
Percebemos também que cada centro de coordenação operacional (CCO) é responsável pela manutenção das infra-estruturas, pela assistência rodoviária, pelas portagens e pela assistência ao cliente, numa determinada zona. Assim, controla, por exemplo, os painéis de mensagens variáveis, recebe informações meteorológicas (temperatura do ar, do pavimento entre outros) através das estações colocadas ao longo das auto-estradas, atende a pedidos de assistência através dos postos SOS ou do nº Azul (808 508 508) durante 24h/dia e deteta qualquer anormalidade nas auto-estradas através da CCTV ( câmaras em tempo real).
Aprendemos ainda que a Assistência Rodoviária conta com 226 colaboradores e 70 viaturas que realizam o apoio e assistência a incidentes, a assistência mecânica e a patrulha de estradas. Estas viaturas percorrem em média um total de 29 202 km/dia, tendo, por exemplo, realizado 14 076 intervenções o ano passado (2010).
E como passarão os portageiros da zona de portagem para fora da zona de circulação? Através de passagens existentes por baixo (túneis) ou por cima das portagens.
Este é um exemplo de uma das questões colocadas pelos alunos no final da apresentação.
Antes do regresso à escola, a Brisa teve a enorme simpatia de proporcionar um pequeno lanche aos alunos. E assim terminou a nossa visita.
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No dia 14 de Outubro de 2011, os alunos do 9ºC do ENSR efectuaram uma visita de estudo ao CCO, Centro de Coordenação Operacional, da Brisa que se situa em Carcavelos.
Esta visita realizou-se no âmbito da disciplina de Ciências Físico -
- Químicas e os alunos foram acompanhados pelas professoras: Jacinta Tadeu e Isabel Ferreira.
À chegada, os estudantes foram calorosamente recebidos com um delicioso lanche. De seguida, dirigiram-se para um auditório onde os funcionários do CCO responsáveis por acolhê-los, Marta Sanches e o Eng. Miguel Veiga, lhes apresentaram uma pequena síntese acerca da segurança rodoviária que serviu para complementar os conhecimentos adquiridos nas aulas de C. Físico-Químicas.
No final da visita conseguimos perceber, pela reação dos alunos, que esta teve um balanço muito positivo. Enriqueceu os estudantes a nível de comportamento do condutor, ensinou-lhes as regras básicas da condução e da formação de um bom cidadão e alertou-os ainda para os perigos das estradas.
Para finalizar, é bom esclarecer que foi uma visita interessante e inovadora, que alargou o horizonte de conhecimentos dos alunos que nela participaram. Os instrutores foram coerentes na forma de falar, utilizando linguagem acessível e a explicação do tema teve como base um Power Point, o que facilitou a compreensão da mesma e a tornou mais apelativa.
De um modo geral a visita correu de uma forma pacífica e ordenada.
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